O traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como “Coronel”, está sendo investigado pela Polícia Civil após ser acusado de mandar agredir e matar uma jovem de 22 anos, durante um baile funk no morro da Coreia, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ele é apontado como chefe do Terceiro Comando Puro (TCP), na comunidade do Muquiço.
A PC afirma que ele é um dos chefes da facção em áreas da zona norte do Rio e costuma ter um perfil violento, impondo medo até nos moradores. Segundo informações do Uol, Bruno vivia escondido no Complexo da Maré, mas passou a circular na Vila Aliança e Coreia, regiões dominadas pelo TCP.
Dados divulgados pela PCRJ detalham que Bruno possui 12 mandados de prisão pendentes por organização criminosa, homicídio qualificado, associação ao tráfico, roubo de veículo, lesão corporal, entre outros. Em abril de 2019, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes do Rio apontou ele como o responsável por permitir que criminosos atacassem blindados militares na entrada do Muquiço.
No último domingo (17), Coronel passou a ser investigado pela morte de Sther Barroso dos Santos. A moça foi brutalmente agredida e deixada sem vida na porta de casa após negar deixar o baile funk com o traficante.
Familiares da vítima chegou a leva-la até um hospital, mas ela já chegou ao local sem vida. O corpo de Sther tinha marcas de agressões espalhadas e ainda segundo o Uol, o rosto estava desfigurado.
O exame do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a jovem também sofreu violência sexual. Nas redes sociais, a família de Sther lamentou o ocorrido e culpou Coronel pela morte dela.
“Entregou minha irmã morta, desfigurada. Ele acabou com a vida dela no local onde estávamos refazendo a nossa vida. Minha irmã tinha sonhos, metas. Ela era só um bebê. Estávamos tão felizes conquistando nossas coisas. Destruiu minha família, acabou com a nossa vida”, afirmou a irmã da jovem
Saiba quem é Coronel, suspeito de matar jovem que negou sair com ele
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