O Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, é palco de mais uma operação em 2026. A Operação Swell está nas ruas para desmanchar o Comando Vermelho (CV). Antes disso, dentro das medidas cautelares patrimoniais, a autoridade policial representou pelo bloqueio de bens e valores vinculados aos investigados, quando solicitou o limite de até R$ 1 milhão por CPF e R$ 10 milhões por CNPJ.
De modo geral, a Polícia Civil da Bahia (PC-BA) mira os núcleos operacional e financeiro de grupo investigado por tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, homicídios e lavagem de dinheiro.
Assista ao vídeo:
Violência e intimidação
Como tática para apertar a mente das pessoas que não compactuam com sua atividade, a facção criminosa usa violência e intimidação na Bahia e em outras localidades brasileiras. Além dos mandados judiciais na capital baiana, outros pontos no Brasil também terão cumprimentos nesta quinta.
Coordenada pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO-LD), integra a RENOCRIM – Fase 1 (Rede Nacional de Unidades Especializadas no Enfrentamento das Organizações Criminosas), a ação contempla mais de 150 policiais civis, mobilizados de forma coordenada para o cumprimento das medidas judiciais e o avanço das investigações.
Apoio
A Operação Swell conta com o apoio de unidades especializadas da Polícia Civil da Bahia, entre elas o Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), o de Investigações Criminais (DEIC), Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Polícia Metropolitana (DEPOM), Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) e a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), além de equipes do interior do estado, especialmente do município de Santo Antônio de Jesus.



