Advogado de PM morta com tiro na cabeça faz revelação sobre o caso: “Possibilidade enorme”

O caso envolvendo a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, segue tendo desdobramentos. Em entrevista ao Domingo Espetácular, da Record, o advogado Miguel Silva levantou questões sobre o ocorrido.

Publicidade

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, no bairro do Brás, na região central de São Paulo. Ela era casada com o tenente-coronel da Polícia Militar (PM), Geraldo Leite Rosa Neto, que é considerado suspeito pelo crime.

Se ela tivesse cometido suicídio, dificilmente esta arma estaria na mão dela […] Eu trabalho sim com a possibilidade enorme de que seja um feminicídio devidamente comprovado, que seja cumprida a prisão preventiva, que ele seja pronunciado, levado ao tribunal popular e condenado”, concluiu.

O caso ocorreu no último dia 18 de fevereiro e foi registrado inicialmente como morte suspeita e suicídio, mas as circunstâncias do disparo ainda estão sob apuração. O comandante da PM passou a ser investigado e relatou que tomava banho no momento da morte dela.

A mulher estava com uma arma nas mãos e apresentava forte sangramento. Ela foi ‘encontrada’ pelo marido, socorrida e encaminhada ao Hospital das Clínicas, porém não resistiu aos ferimentos.