Após deixar cadeia, Bruno exige salário, carro e hotel: ‘Questões de segurança’

O goleiro Bruno cumpre pena em regime semiaberto e já pode voltar a trabalhar. O sonho do atleta é retornar ao futebol e se tornar goleiro de uma equipe pequena. Vale ressaltar que, antes de ter participado do assassinato de Eliza Samúdio, Bruno era goleiro titular do Flamengo e cotado para Seleção Brasileira.

Após deixar a cadeia, alguns clubes sondaram Bruno, mas todos resolveram desistir do goleiro de 35 anos. Isso porque a maioria dos clubes acabaram sofrendo com uma grande represália ao despertarem interesse pelo atleta.

Poços de Calda, Fluminense de Feira de Santana, Tupi, Operário do Mato Grosso foram os clubes que cogitaram a contratação do goleiro Bruno, porém desistiram após a repercussão negativa. Como de praxe, o atleta iniciou negociações com mais um time, mas sua exigência foi considerada muito alta e repercutiu.

O clube era o Sociedade Esportiva de Picos, do Piauí, e tudo indica que a alta pedida de Bruno, um atleta que acabou de deixar a prisão, causou estranheza nos dirigentes.

A diretoria teria sondado o goleiro e ouvido o pedido de um automóvel, alugado ou dado, já que a cidade era longe de onde ele estava, assim não poderia levar seu próprio carro. Também foi pedido um salário e um hotel: “Eu, particularmente, vou ficar em um hotel por questões de segurança“, disse o atleta.

Bruno também disse que conhecia Teresina, pois teria morado em um local pobre da cidade enquanto pequeno. O atleta citou que lá tinha bastante flamenguista, mas que não faria um negócio para tomar prejuízo e prejudicar sua família. O clube negou, em nota, que queria contratar o atleta. Bruno confirmou que o áudio era seu.