Prestes a celebrar seus 477 anos de fundação, Salvador não pode mais apenas ser resumida como o berço da cultura brasileira. Em 2026, a capital baiana consolidou-se como um dos principais expoentes de inovação urbana no país.
Ocupando o posto de cidade mais inteligente do Nordeste, segundo a prefeitura, a capital tem transformado sua paisagem, especialmente no vetor de crescimento que engloba a Avenida Paralela e a Orla (Jaguaribe, Piatã e Patamares), através de construções que unem o conceito de smart city à sustentabilidade.
Se na reportagem anterior vimos que o futuro de Salvador está sendo escrito nos laboratórios de robótica e nas aulas de Inteligência Artificial, hoje a série especial “Salvador 4.7.7 — A Capital do Futuro” volta o olhar para onde esse conhecimento ganha formas concretas: o novo horizonte urbano que cresce entre a Avenida Paralela e a Orla.
Essa metamorfose da capital baiana não acontece por acaso. Ela é impulsionada por um tripé estratégico que une incentivos fiscais inteligentes da Prefeitura, o compromisso de incorporadoras com certificações internacionais de sustentabilidade e uma requalificação urbanística que, finalmente, reconecta o cidadão com os espaços à beira-mar.



